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Médicos participam ativamente da Acreditação na Santa Casa de Maceió

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Provedor Humberto Gomes elogiou médicos como o oncologista Marcos Davi e sua equipe na avaliação de manutenção da Acreditação Nível 3 ocorrida esta semana

É senso comum que a Acreditação depende de um esforço coletivo dos profissionais de diversas áreas do hospital, que interagem entre si visando a segurança assistencial do paciente e a qualidade na prestação do serviço. Mas, em toda avaliação alguns profissionais se destacam pelo esmero na condução dos trabalhos ao demonstrarem amplo conhecimento sobre os processos de sua área de atuação. Convidamos alguns desses profissionais para partilharem o que representou esta última avaliação de manutenção do nível 3  da Acreditação pelo Instituto Qualisa de Gestão/ONA.

 

Marcos Davi

Oncologista

“O exercício da Medicina constitui um processo permanente de construção e aprimoramento, por isso estamos firmemente engajados nesse processo de controle da qualidade proposto pela Acreditação. Não se trata do trabalho de um único profissional, mas de uma equipe empenhada em obter sempre os melhores resultados para nossos pacientes”.

 

Marina Fontes

Física médica

“Existe uma preocupação da equipe da Radioterapia com a melhoria contínua dos processos, tanto que a única recomendação da auditoria ao setor foi sugerida pela própria equipe. Esse trabalho une e motiva a todos nós na revisão e construção de protocolos e melhoria dos fluxos internos”.

 

Maurício Vilela

Coordenador Administrativo

Emergência 24 Horas e Hemodinâmica

“Hoje é visível como a Acreditação envolve a rotina do serviço e está presente na consciência e na rotina de trabalho de cada colaborador. Não se trata de maquiagem ou estratégia de marketing. A segurança do paciente faz parte, de fato, do objetivo de cada profissional da Santa Casa.

 

Anna Carolina

Médica

“A melhoria de nossos fluxos se deve, em grande parte, à Acreditação.

 

Fábio Lima

Médico

“O nosso próximo foco é conseguir a envolver mais membros do corpo clínico em torno da Acreditação. Esse momento é um estímulo para que a gente evolua ainda mais.”

 

Amilson Pacheco

Cardiologista

“O segredo da Acreditação está em envolver todos os profissionais em prol da segurança do paciente”

 

Eli-Edna Luiza Gouveia

Supervisora da Oncologia

“A auditora sugeriu que publicássemos em revista especializada o macrofluxo que criamos na Oncologia. Mesmo sem preparativos para a auditoria, já que havia a possibilidade de não ocorrer esta semana, tudo foi tranquilo justamente porque temos segurança no que fazemos.”

 

Cordialmente,

 

Theodomiro Jr.
Jornalista | Assessoria de Comunicação
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Jornal O Globo cita a Santa Casa de Maceió como exemplo de gestão em reportagem sobre dívida bilionária de filantrópicas

Montante chega a R$ 17 bilhões; 81% das instituições enfrentam dificuldade financeira

Reportagem o Globo

Reportagem publicada na edição de segunda (5) do jornal O Globo revela que 81% das Santas Casas e hospitais filantrópicos do país estão operando no vermelho e somam dívidas que chegam a estratosféricos R$ 17 bilhões.

Se por um lado a reportagem dos jornalistas Tiago Dantas e Sérgio Roxo traz um panorama preocupante sobre as Santas Casas, por outro aponta uma luz no fim do túnel ao citar a gestão da Santa Casa de Maceió como exemplo a ser seguido.

“Nem todos os hospitais filantrópicos estão quebrados. A Santa Casa de Maceió é considerada uma referência por não ter dívidas milionárias”, diz a matéria publicada na editoria Brasil do jornal carioca.

E prossegue: “A unidade não tem pronto-socorro e tenta equilibrar o déficit gerado pelo atendimento do SUS com parcerias com convênios médicos e consultas particulares. Segundo o hospital, a cada dez pacientes atendidos, quatro são particulares ou de planos de saúde. Eles representam 65% da receita do hospital. Os outros 35% são bancados pelo SUS.”

Confira a reportagem na íntegra no texto reproduzido abaixo ou no endereço

http://oglobo.globo.com/brasil/santas-casas-hospitais-filantropicos-do-pais-tem-dividas-de-pelo-menos-r17-bilhoes-14965279.

 

SANTAS CASAS E HOSPITAIS FILANTRÓPICOS DO PAÍS TÊM DÍVIDAS DE PELO MENOS R$17 BILHÕES

Apesar de Ministério da Saúde afirmar que elevou repasses, valor do débito cresceu seis vezes nos últimos nove anos; atendimento está prejudicado

Por Tiago Dantas e Sérgio Roxo (*)

05/01/2015 7:00

SÃO PAULO— Apesar de o Ministério da Saúde afirmar ter elevado os repasses, reajustado a tabela de remunerações por procedimentos e criado linhas de crédito, as Santas Casas e hospitais filantrópicos do país possuem dívidas de pelo menos R$ 17 bilhões com funcionários, fornecedores, bancos e órgãos públicos. Responsáveis por quase metade das cirurgias e internações feitas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), essas unidades viram nos últimos nove anos sua dívida crescer seis vezes: de R$ 1,8 bilhão em 2005 (o equivalente a R$ 2,9 bilhões) para o valor atual, considerada a inflação do período.

Em 19 de dezembro, a Santa Casa de São Paulo, maior hospital filantrópico da América Latina, suspendeu por tempo indeterminado consultas e cirurgias. A unidade (que faz 31 mil consultas e quatro mil cirurgias por mês, e tem uma dívida estimada em R$ 773 milhões) atrasou o salário dos funcionários em dezembro e perdeu o serviço de limpeza por falta de pagamento.

Em Santa Catarina, o Hospital São José de Criciúma, um dos maiores do estado, anunciou que, a partir de 22 de dezembro, só atenderia emergências. A Santa Casa de Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, está fechada desde abril.

Não faltam exemplos de hospitais filantrópicos em apuros, muitos causados por problemas na gestão. A Santa Casa do Rio sofreu intervenção ano passado. Em maio, funcionários disseram que há cinco meses não recebiam salário.

O hospital entrou em crise após denúncias de fraudes em cemitérios geridos pela instituição. O provedor Dahas Zarur (morto em novembro) foi afastado do cargo em meio a uma investigação do Ministério Público sobre desvio de verbas. O hospital foi interditado pela Vigilância Sanitária em outubro de 2013, devido a denúncias de abandono e falta de equipamentos, e só foi reaberto em junho, após parceria com a Universidade Estácio de Sá.

A Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) estima que cerca de 1.700 dos 2.100 hospitais associados operam no vermelho. Administradores reclamam que o Ministério da Saúde, principal fonte de renda desses hospitais, paga um valor defasado pelos procedimentos realizados gratuitamente. Segundo o presidente da entidade, Edson Rogatti, o déficit causado pelo SUS é de R$ 5,1 bilhões por ano.

O governo, porém, alega que tem atualizado a chamada “tabela SUS” e que aumentou o investimento extra. Além de pagar pelos serviços prestados, o ministério afirma ter investido R$ 3,8 bilhões nas Santas Casas ano passado. Nem sempre o dinheiro chega a tempo. Em novembro, o ministério atrasou em nove dias o pagamento de R$ 2,8 bilhões do Fundo Nacional de Saúde que cobriria procedimentos de média e alta complexidade feitos pela Santa Casa.

– Há o problema do subfinanciamento do SUS, mas não é só isso. Os hospitais já têm dívidas altas. Eles recorrem aos bancos e pegam empréstimos para pagar os salários e os fornecedores. Mas depois não conseguem pagar esses empréstimos. O dinheiro do SUS é carimbado, não pode ser usado para quitar débitos em bancos. Aí vira uma bola de neve – diz Rogatti.

Investigações indicam que a dívida também é causada por corrupção. Em 2009, uma análise da Controladoria-Geral da União (CGU) em 28 contratos firmados com seis Santas Casas encontrou falhas em licitações, superfaturamento em compras, conluio entre empresas participantes de concorrências e equipamentos adquiridos, mas não encontrados.

DENÚNCIAS DE SUPERFATURAMENTO

Em São Paulo, a administração da Santa Casa está envolvida em denúncias de superfaturamento na compra de medicamentos e materiais de construção para obras, segundo uma auditoria independente e uma investigação do Ministério Público. Foram encontrados indícios de irregularidades em contratos com empresas terceirizadas responsáveis pelo estacionamento, pela limpeza e pela lavanderia, além de problemas na venda e no aluguel de imóveis.

Em dezembro, dez integrantes da irmandade que mantém a Santa Casa de São Paulo entregaram um pedido de renúncia ao atual provedor, Kalil Rocha Abdala. O pedido não foi aceito.

O promotor Arthur Pinto Filho, da Promotoria da Saúde Pública, disse que pedirá a renúncia de Kalil ao final de uma ação civil pública instaurada em julho, quando a Santa Casa fechou o pronto-socorro. A unidade foi reaberta no dia seguinte, após a liberação de R$ 3 milhões do governo do estado. O inquérito é feito em parceria com o Ministério Público Federal, já que a principal fonte de verbas do hospital é o SUS.

Nem todos os hospitais filantrópicos estão quebrados. A Santa Casa de Maceió é considerada uma referência por não ter dívidas milionárias. A unidade não tem pronto-socorro e tenta equilibrar o déficit gerado pelo atendimento do SUS com parcerias com convênios médicos e consultas particulares. Segundo o hospital, a cada dez pacientes atendidos, quatro são particulares ou de planos de saúde. Eles representam 65% da receita do hospital. Os outros 35% são bancados pelo SUS.

Rogatti chega a propor que os hospitais filantrópicos deixem gradativamente a rede pública:

– A situação é muito difícil. Vou propor aos nossos associados parar de atender o SUS e ficar só com convênios e particulares, que pagam até seis vezes mais do que o governo. Mas o fechamento das Santas Casas seria um colapso na Saúde pública do Brasil.

O Ministério da Saúde diz que os repasses para as Santas Casas cresceram 57% em quatro anos e que essas unidades receberam R$ 13,6 bilhões ano passado. Frisa que o principal reforço no orçamento se destina a um plano de incentivo, que representa 30% do total de verbas e está fora da tabela SUS. E alega que reajustou cerca de mil procedimentos na tabela.

Segundo o ministério, o Programa de Fortalecimento das Santas Casas (Prosus), criado em outubro de 2013, prevê a quitação dos débitos tributários das instituições que ampliarem os atendimentos de exames, cirurgias e atendimentos a pacientes do SUS. A estimativa é que os débitos tributários desses hospitais somem mais de R$ 15 bilhões. A pasta afirma que 265 instituições enviaram propostas para participar e que 188 já tiveram o pedido analisado e aceito.

O governo frisa que em 2014 ampliou o programa que previa, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), empréstimos para financiar a dívida das Santas Casas. A meta é desburocratizar os empréstimos. O ministério não explicou os motivos do atraso dos repasses do Fundo Nacional de Saúde. Disse que liberou R$ 2 bilhões no último dia 16 para o custeio dos serviços de média e alta complexidade e que o restante será pago nas próximas semanas.

UNIDADES RESPONDEM POR 40% DO ATENDIMENTO DO SUS

Os quase 500 anos de existência das Santas Casas no Brasil são suficientes para entender o papel dessas instituições filantrópicas no sistema de Saúde do país. Da construção da primeira Santa Casa, em 1539, em Olinda (PE), até a consolidação da Santa Casa de São Paulo como um dos maiores hospitais públicos da América Latina, tais instituições se tornaram peça-chave no Sistema Único de Saúde (SUS).

Modelo criado em Portugal, no século XV, esses hospitais são hoje responsáveis no país por 40% do atendimento do SUS. Com 2,1 mil unidades filantrópicas espalhadas em todos os estados, respondem pela metade dos leitos públicos disponíveis à população, cerca de 155 mil.

De acordo com relatório da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, as Santas Casas são ainda responsáveis por oito milhões de atendimentos por ano. Também fazem a manutenção de unidades hospitalares em municípios com até 30 mil habitantes. Hoje, cerca de 1,3 mil unidades estão nessas localidades. A maioria, no Sudeste (52,8%).

Em 1988, a Constituição Federal reconheceu o papel das instituições no sistema de Saúde, conferindo-lhes um tratamento tributário diferente, com isenção de impostos . Contudo, hoje as instituições filantrópicas estão mergulhadas em dívidas. Em 2013, o governo federal concedeu um perdão fiscal às instituições, renegociando mais de R$ 5 bilhões em dívidas. Apesar do alívio, a situação não melhorou.

(*) Jornal O Globo – Editoria Brasil – Edição de 05/01/2015

 

Cordialmente,

 

Theodomiro Jr.
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Confira as músicas mais ouvidas por médicos na sala de cirurgia

Por volta de 80% dos profissionais que participam de operações afirmam que a música reduz a ansiedade e melhora a eficiência (Thinkstock/VEJA)

Por volta de 80% dos profissionais que participam de operações afirmam que a música reduz a ansiedade e melhora a eficiência (Thinkstock/VEJA)

Pesquisadores sugerem que cirurgiões ouçam ‘Staying Alive’, dos Bee Gees, ‘Wake Me Up Before You Go-Go’, do Wham e ‘Fix You’, do Coldplay

É comum que médicos coloquem música para tocar nas salas de operação durante cirurgias. Um estudo da University Hospital of Wales, da Grã-Bretanha, publicado na edição de Natal do periódico British Medical Journal mostra que entre 62% e 72% das operações ocorrem com trilha sonora. Para 80% dos profissionais que participam desse tipo de procedimento, a música melhora a comunicação entre os membros da equipe, reduzindo a ansiedade e aumentando a eficiência.

Os autores ressaltam que a música clássica predomina nesses casos, possivelmente devido à sua capacidade de “evocar vigilância mental” com a ausência de letra. Alguns críticos, principalmente anestesistas, afirmam que a música pode ser prejudicial, reduzindo a vigilância e a comunicação.

De maneira bem-humorada, os pesquisadores elaboraram uma lista de músicas que os médicos deveriam — e não deveriam — ouvir na sala de cirurgia.

A edição de Natal do BMJ é conhecida por selecionar estudos com temas engraçados, mas que passaram pelos critérios usuais de revisão de pares e são “reais”, na definição da publicação.

As músicas que os médicos deveriam ouvir na sala de cirurgia

1 – Staying Alive – Bee Gees

2 – Smooth Operator – Sade

3 – Comfortably Numb – Pink Floyd

4 – Wake Me Up Before You Go-Go – Wham

5 – Fix You – Coldplay

Fonte: veja.com.br

Check-up neurológico pode prevenir derrame

Aneurismas atingem também pacientes mais jovens, na faixa dos 40 anos, diz o neurocirurgião Niemeyer Filho

Em breve visita à capital alagoana, onde esteve na última quinta (21) para ministrar aula no XIX Curso de Emergências Clínicas, o renomado neurocirurgião carioca Paulo Niemeyer Filho fez um alerta à população e aos médicos: “Todo adulto deveria realizar uma investigação cerebral ao fazer o check-up periódico. Quando encontramos o aneurisma antes dele sangrar, a possibilidade de sequelas, devido ao tratamento, reduz significativamente”, destacou o especialista.

O aneurisma é uma área frágil na parede de um vaso sanguíneo que faz com que o vaso forme uma protuberância ou aumente de tamanho. Quando o aneurisma ocorre em um vaso sanguíneo do cérebro é denominado aneurisma cerebral. Seu rompimento provoca o popular derrame cerebral.

“E não estou falando apenas de pessoas acima dos 50 anos. Já temos muitos pacientes na faixa dos 40 anos acometidos pelo AVC. O problema – prosseguiu Niemeyer Filho, em visita à Santa Casa de Maceió – é que as pessoas estão acostumadas a fazer o check-up do pescoço para baixo, ou seja, de órgãos como o coração, pulmão, sistema digestivo e urinário, próstata entre outros, porém, se esquecem de fazer o check-up da cabeça, mas especificamente das artérias que irrigam o cérebro”.

Segundo cálculos do próprio Niemeyer, os aneurismas cerebrais têm uma mortalidade de 50% quando rompem, não importando o tratamento. Dos 50% que não morrem, 30% vão ter uma sequela grave: ficar sem falar ou ter uma paralisia. Só 20% voltam a sua vida normal. Agora, se o aneurisma é identificado antes de sangrar, esse índice cai para algo entre 5%, que é o risco inerente ao próprio tratamento. “É uma doença muito grave, que pode ser prevenida com um simples check-up”, complementou.

A pesquisa de aneurismas pode ser realizada por meio de uma angio-ressonância cerebral, procedimento não invasivo que demonstra o fluxo vascular arterial ou venoso no paciente. Coberto pelo SUS, o exame é altamente recomendável em famílias com histórico da doença, principalmente em parentes consangüíneos diretos, ou seja, filhos de pessoas acometidas pelo aneurisma.

Visita

Após percorrer o complexo hospitalar da Santa Casa de Maceió, no centro da capital alagoana, o neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho demonstrou interesse em aproximar os laços entre o Instituto do Cérebro, que dirige no Rio de Janeiro, e o hospital alagoano, visando um intercâmbio técnico-científico entre as duas instituições.

No encontro com a alta direção da Santa Casa de Maceió, o neurocirurgião frisou que a instituição encontrou na profissionalização da gestão hospitalar o caminho para alcançar a auto-sustentabilidade, “sendo um bom exemplo a ser seguido por todo o país”.

Ao comentar a visita, o provedor Humberto Gomes de Melo frisou “ser uma imensa satisfação receber personalidades médicas como o neurocirurgião Paulo Niemeyer e perceber que o trabalho realizado na Santa Casa de Maceió vem atingindo seu objetivo, que é garantir uma assistência de qualidade com foco na segurança do paciente.”

Já o neurocirurgião alagoano Aldo Calaça lembrou que o professor doutor Paulo Niemeyer é neurocirurgião-chefe do Serviço de Neurocirurgia da Santa Casa do Rio de Janeiro e diretor do Instituto de Cérebro, além de ser professor do Curso de Pós Graduação em Neurocirurgia da PUC-Rio.

O especialista pertence a uma família ilustre: é sobrinho do arquiteto Oscar Niemeyer e filho de ninguém menos que Paulo Niemeyer, um dos pioneiros da neurocirurgia no país e considerado até hoje o maior neurocirurgião brasileiro.

Cordialmente,

 

Theodomiro Jr.
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Médicos dão orientações para evitar doenças com as mudanças do tempo

As mudanças bruscas de temperatura neste inverno impactam diretamente a nossa saúde. Pode ser com problemas mais simples, como boca seca, lábio rachado, resfriado ou dor de cabeça, ou mais sérios, como gripe e dor de ouvido. No Sul e Sudeste do país, os termômetros têm tido registros de verão no mês de agosto. E também há dias de muito frio – nesta quinta-feira (14), a temperatura máxima na capital paulista não deve passar dos 13° C.

Segundo a otorrinolaringologista Francine Pádua e o pediatra Moises Chencinski, no tempo seco é importante usar soro fisiológico para umedecer as vias aéreas, lágrima artificial para os olhos e hidratante para a pele e os lábios; vestir roupas que aqueçam bem o corpo e carregar sempre uma echarpe mais fina na bolsa ou mochila; usar umidificador, bacia com água ou toalha molhada no ambiente; manter as vacinas em dia e, se necessário, fazer inalação com soro fisiológico.

De acordo com Chencinski, quem respira mal pelo nariz também respira mal pelo pulmão, pois a mucosa é a mesma. Por isso, pessoas que sofrem de rinite alérgica têm mais propensão a ficar gripadas ou resfriadas no frio, pois têm um número maior de receptores nas mucosas das vias respiratórias, onde grudam os vírus e as bactérias. Além disso, indivíduos alérgicos devem tomar cuidado para não usar casacos guardados com pó e mofo.

Ao todo, segundo os médicos, 95% das sinusites agudas são precedidas por gripe ou resfriado, e até 5% das gripes ou resfriados podem evoluir para uma sinusite aguda. De acordo com os especialistas, é considerado normal um adulto ter de 3 a 4 resfriados por ano. Já em crianças, é normal ter entre 6 e 10 resfriados por ano.

Outras dicas dos médicos nesta época são: tomar bastante água e alimentar-se bem para fortalecer a imunidade (no caso dos bebês, a amamentação também ajuda muito a prevenir doenças); evitar ficar muito em lugares fechados e com aglomeração de pessoas; quando der banho em uma criança, deixar a porta do banheiro fechada para manter o calor, inclusive ao vesti-la; e redobrar os cuidados com os pequenos e os idosos, pois o sistema imunológico deles é mais frágil que o dos adultos.

No estúdio, os convidados explicaram ainda por que os pelos ficam arrepiados e por que o nosso corpo treme de frio. No primeiro caso, o sistema termorregulador, localizado na região cerebral do hipotálamo, manda uma mensagem para o músculo eretor do pelo, que é bem pequeno e fica no início do folículo, deixando-o ereto imediatamente. Esse é um mecanismo involuntário. Os pelos arrepiados formam uma espécie de camada de ar que impede a perda de calor, mantendo a temperatura do corpo entre 35,5° C e 37° C. No caso dos tremores, o processo é o mesmo: o sistema termorregulador, responsável por regular a temperatura, envia sinais para os músculos, que tremem para produzir energia e manter o corpo quente

Fonte: G1

Jovem supera câncer nos ossos com próteses de titânio e vira modelo

Durante uma viagem ao Egito em junho do ano passado, a jovem britânica Elesha Turner, de 20 anos, começou a sentir dores na perna esquerda. Ao retornar ao seu país, recebeu o diagnóstico de câncer nos ossos e uma notícia que a deixou apavorada: a cura seria possível com a amputação do membro.

“Quando os médicos me disseram que eu tinha câncer, foi um pesadelo. Eu não conhecia ninguém que havia sido afetado por essa doença antes, por isso foi tão assustador”, contou a jovem ao jornal britânico “Daily Mail”.

As esperanças de Elesha foram retomadas quando os médicos apresentaram uma alternativa: substituir os ossos afetados por próteses de titânio, numa cirurgia que duraria mais de seis horas. Começou aí o longo processo que faria a vida da jovem mudar completamente no espaço de um ano.

“Fiz a cirurgia um dia antes do meu aniversário. Então, acordei no meu aniversário livre do câncer”, lembra a jovem.

Na operação, o osso do fêmur, os do joelho e parte da tíbia foram substituídos por titânio. Músculos precisaram ser retirados, e Elesha lembra que não queria olhar para sua perna após a operação. “Eu apenas pensei que minha perna parecia horrível. Eles tiveram que remover dois músculos da coxa. Não queria olhar para ela, estava muito fina”, lembra.

Após um período de recuperação, ela se submeteu a outra cirurgia, para recolocar os músculos.

Nova profissão

O que Elesha não esperava era que a doença a ajudaria a realizar um sonho. Enquanto estava no hospital, ela leu um artigo sobre uma agência Models of Diversity, que com pessoas com deficiência ou fora dos padrões estipulados pelo mercado da moda.

“Sempre pensei que eu era muito pequena para ser modelo, mas li sobre a agência e decidi entrar em contato com a fundadora, Angel Sinclair”, conta. A jovem acabou sendo escolhida para compor o casting da agência. “Estou realmente animada. Mal posso esperar para desafiar a percepção das pessoas”, afirmou a jovem ao “Daily Mail” sobre seu novo trabalho.

Superada a doença e o longo processo de recuperação, Elesha diz sentir-se com muita sorte por estar viva e poder realizar seu sonho. “É estranho, porque tudo isso aconteceu no espaço de um ano. De pensar que eu poderia perder minha perna a me tornar uma modelo, é surreal.”

Fonte: G1

Santa Casa de Maceió sedia nesta sexta (8) o II Curso de Atualização de Neurocirurgia do Cremal

O auditório da Santa Casa de Maceió sediará nesta sexta (8), das 8h às 17h, o II Curso de Atualização de Neurocirurgia promovido pelo Conselho Regional de Medicina de Alagoas (Cremal).

Em pauta, temas importantes como doença cerebrovascular, patologias dos nervos periféricos, doenças da coluna vertebral, tumores do sistema nervoso central e radiobiologia tumoral.

Entre os palestrantes nomes como o de José Carlos de Moura (PE), Benajmin do Valle (PI), Ronald Farias (PB), Frederico Lima (PE), José Laércio (PE), Leonardo Avelãs (BA), Flávio Leitão Filho (CE), Alexandry Carvalho (PI), Cícero Jacob (CE), Lícia Medeiros (SP) e Duarte Cândido (SP).

Conforme o articulador do evento, o neurocirurgião Aldo Calaça, o evento destina-se aos neurologistas e neurocirurgiões, médicos de outras especialidades, profissionais da área de saúde e estudantes de Medicina. O curso é gratuito e as inscrições podem ser realizadas no local.

O Centro de Estudos Professor Lourival de Melo Mota localiza-se na Rua Barão de Maceió, no complexo hospitalar da Santa Casa de Maceió. O evento conta com o apoio da Santa Casa de Maceió e da Uncisal.

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Santa Casa recebe parlamentar e agradece recursos federais de emendas

Na manhã da última terça-feira, 29, o provedor da Santa Casa de Misericórdia de Maceió recebeu a visita do deputado federal Maurício Quintella. Na ocasião, ele agradeceu a emenda de R$ 2,5 milhões que o parlamentar, com recursos de 2013, disponibilizou para a compra de equipamentos que ajudarão no tratamento de pacientes atendidos pelo SUS na instituição. Toda a diretoria, gerentes, além de alguns coordenadores e supervisores da instituição hospitalar estiveram presentes no encontro.

Na ocasião, o provedor dissertou sobre a situação da saúde na instituição, destacando a assistência que vem sendo prestada pela Santa Casa em benefício da população de Alagoas. “Somos o hospital que mais atende pacientes pelo SUS e de operadoras de saúde. Diariamente, cerca de três mil pessoas, entre colaboradores, médicos, visitantes e pacientes, circulam pelo complexo hospitalar. A cada ano, informamos aos parlamentares alagoanos, que estão em Brasília, sobre o trabalho realizado na instituição por meio do nosso relatório de atividades”, disse Humberto Gomes de Melo.

No estado, apenas 11,8% dos alagoanos têm plano de saúde. Os outros 88,2 % dependem da rede SUS. Em Maceió, a realidade é um pouco diferente. A dependência do SUS na capital é de 71% dos habitantes. Entretanto, segundo o provedor, a Santa Casa recebe pacientes de todos os municípios de Alagoas. Ele ressaltou que em Maceió, 25% dos partos pelo SUS são realizados na maternidade Nossa Senhora da Guia.

Durante o encontro, Mauricio Quintella destacou os motivos que o levaram a escolher a Santa Casa para distribuir parte das suas emendas. “Procurei uma instituição que tivesse credibilidade, com a certeza de que o recurso seria aplicado aos pacientes do SUS e nenhuma instituição tem mais credibilidade que a Santa Casa. Tudo tramitou da forma correta, na velocidade imaginada e o hospital receberá os R$ 2,5 milhões para a compra de equipamentos que contribuirão para o diagnostico e tratamento de pacientes do SUS. Estamos discutindo o futuro. A partir dos próximos anos poderemos planejar, a cada emenda, a cada ano, facilitando o trabalho da Santa Casa e do próprio parlamentar”, disse o deputado Maurício Quintella.

Os recursos da emenda serão repassados pelo Fundo Nacional de Saúde para a compra de importantes equipamentos. “Temos muito a agradecer pelo empenho do deputado alagoano. Seu ato dará continuidade ao trabalho que vem sendo executado ao longo dos onze anos em que estou à frente da administração da Santa Casa de Maceió”, disse o provedor da instituição.

Humberto Gomes aproveitou a visita do deputado Maurício Quintella para falar sobre o momento pelo qual passam as Santas Casas no país. A instituição alagoana foi convidada a participar da elaboração de um estudo que servirá de base para a elaboração de um documento que será entregue pela Confederação das Santas Casas e Entidades Filantrópicas ao ministro da Saúde. O objetivo é tentar reverter a situação crítica por que passa todo o setor saúde, em especial, as instituições que atendem pacientes do SUS.

“As tabelas que remuneram os procedimentos hospitalares estão altamente defasadas há vários anos e não se injeta novos recursos que possam minimizar tais problemas”, ressaltou Humberto Gomes.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Santa Casa de Maceió

Médicos pedem cuidado com ‘apps’ de saúde e exercícios

O designer Luiz Henrique Ottino usa pulseira e relógio inteligentes - Freelancer / Agência O Globo

O designer Luiz Henrique Ottino usa pulseira e relógio inteligentes – Freelancer / Agência O Globo

Celulares com sensores de batimento cardíaco. Pulseiras que contam os passos caminhados. Aplicativos que mensuram a qualidade do sono. Com a popularização dos smartphones e o crescente fenômeno dos dispositivos vestíveis, a tecnologia vem abraçando rapidamente a oferta de recursos voltados para a saúde dos seus usuários. Entretanto, mesmo que seja considerada parte importante do futuro da medicina por especialistas, a automensuração digital requer cuidados. Para médicos e preparadores físicos, o fato da maioria dessas aplicações ainda não ser certificada por órgãos e conselhos de saúde ainda depõe contra o seu uso dentro e fora dos consultórios.

O supervisor de produção off-shore Cosme Saraiva, de 47 anos, é um dos que utilizam a tecnologia em favor de uma melhora na sua qualidade de vida. Praticante de corridas, ele treina utilizando um aplicativo de ginástica no seu iPhone, pelo qual controla a quantidade de quilômetros percorridos e o ritmo das suas passadas. No pulso, um relógio GPS também serve como auxílio.

— É muito prático treinar com essas tecnologias, porque elas te dão um retorno que serve como estímulo. Ainda que a confiabilidade não seja 100%, os dados já servem como um guia — afirma Saraiva, que corre diariamente no Aterro do Flamengo, na Zona Sul do Rio.

O designer Luiz Henrique Ottino, de 21 anos, é outro que vem aliando o monitoramento digital à sua rotina:

— Há uns seis meses resolvi usar um app para ver como estava a qualidade do meu sono. E, de fato, senti que, a partir dos dados que o aplicativo me retornou, passei a ter um controle e uma qualidade maior do meu descanso — afirma ele, também dono de uma pulseira e de um relógio inteligentes.

USO DESSES ‘APPS’ DISPARA

Saraiva e Ottino não são casos isolados. De acordo com um levantamento da empresa BI Intelligence, entre dezembro de 2013 e junho desse ano, o uso médio diário de aplicativos de saúde e exercícios só na plataforma da Apple aumentou quase duas vezes mais que a taxa do uso dos demais tipos de apps — 62% e 33%, respectivamente.

E esse fenômeno tende a se intensificar ainda mais com o futuro lançamento, anunciado este ano, das plataformas de saúde da Google (Google Fit) e da Apple (Health Kit), além da popularização dos dispositivos vestíveis feitos por gigantes da tecnologia como Samsung, LG e Sony.

No entanto, ainda que não duvidem do futuro papel da tecnologia pessoal no cuidado de pacientes, médicos afirmam que essas aplicações ainda devem ser encaradas com cautela.

— É um fenômeno inevitável, que será benéfico para médicos e pacientes no futuro. Porém, ainda existe uma desconexão entre todos esses dispositivos e apps e algum tipo de certificação que ateste a sua eficiência — afirma o pneumologista Geraldo Lorenzi Filho, presidente da Associação Brasileira do Sono (ABS). — Ainda que até possam ser úteis para os usuários, hoje não podemos recomendá-los.

Cardiologista do Hospital Balbino, no Rio, Rogério de Moura também diz ainda não ver utilidade para boa parte desses serviços digitais :

— Em geral, eles oferecem medições muito simples, que até podem ser curiosas aos usuários, mas que acabam tendo pouca serventia para nós, médicos.

A perspectiva dos profissionais de saúde encontra respaldo em um relatório da consultoria IMS Health. Divulgado em outubro do ano passado, o estudo mostra que a maioria dos aplicativos de saúde ou fitness têm funções limitadas, com pouca utilidade prática. Dos 16.275 apps analisados, 90% obtiveram uma nota inferior a 40, de um máximo de 100, na avaliação.

Presidente do Conselho Regional de Educação Física da Primeira Região (CREF1), André Fernandes reforça a necessidade de os usuários sempre consultarem profissionais, em vez de se deixarem guiar só pelos apps e aparelhos.

— A maioria desses serviços digitais não tem confiabilidade médica ainda ou um parâmetro que os respalde. Por isso, atualmente, o meu medo é que eles possam induzir alguns usuários a condutas inadequadas, provocando mais danos do que benefícios — afirma ele. — Daí importância das pessoas sempre procurarem uma orientação médica profissional adequada, ao invés de confiarem

Nutricionista e professora do Centro Universitário São Camilo, em São Paulo, Andrea Galante diz avaliar como positivos apenas os serviços digitais que oferecem informações aos usuários ou os ajudam a seguir as orientações de profissionais, sem sugerirem dietas ou condutas.

— A meu ver, esses serviços são úteis para reforçar uma recomendação médica e ajudar o paciente a colocá-la em prática. Mas a orientação ainda tem que vir do profissional, porque só ele é capaz de avaliar o paciente levando em consideração as suas características.

Gerente na área de saúde da T-Systems, empresa especializada em soluções de TI, Jomar Fajardo salienta a importância de os usuários terem em mente que a maioria dos aparelhos e aplicativos com funcionalidades voltadas para a saúde disponíveis no mercado não podem ser considerados médicos, mas apenas como ferramentas de monitoramento.

— Ou seja, eles são capazes de dar uma indicação do que está acontecendo na rotina da pessoa, mas não podem ser considerados como base para diagnósticos. Essa, em geral, é a proposta das empresas de tecnologia com esses produtos: oferecer parâmetros para o usuário se automensurar — explica o executivo. — O grande problema é que essas companhias ainda estão tendo uma grande dificuldade de explicitar essa diferença, o que pode causar confusão.

CAMINHO É BUSCAR VALIDAÇÃO

Para o pneumologista Geraldo Lorenzi Filho, o caminho natural dessas aplicações é buscar uma validação junto às entidades médicas, ainda que isso represente desafios:

— É uma forma de esses serviços terem uma importância maior na vida dos usuários, a partir de uma qualidade comprovada. O desafio para as empresas de tecnologia fica por conta do custo e do tempo desse processo, já que ele é caro e demorado, pois envolve testes e estudos. Isso acaba não sendo compatível com a velocidade com que a tecnologia pessoal avança.

Dono de uma pulseira de inteligente e adepto do uso de apps para monitorar as suas corridas, o publicitário Dalton Campos, de 32 anos, vê com bons olhos uma regulamentação do setor:

— Com isso, além de nos certificarmos da acuracidade desses serviços, também teríamos mais garantias quanto à privacidade dos dados referentes aos aspectos da nossa saúde, por exemplo.

Fonte: o Globo

PAM Bebedouro é fechado e prejudica mais de 2mil usuários por dia

PAM Bebedouro é fechado e prejudica mais de 2mil usuários por dia

O atendimento no PAM Bebedouro foi suspenso em protesto às condições de trabalho na unidade de saúde municipal. Cerca de 1.200 funcionários e 17 médicos cruzaram os braços por tempo indeterminado, segundo informações fornecidas por Heleno Alves, do Sindprev.

Segundo os servidores, o posto não apresenta condições, desde estruturais até de higiene e de infraestrutura, o que vem prejudicando o trabalho dos profissionais e afetando a população. Há relatos de roedores e animais peçonhentos pelos corredores da unidade, além de falta de equipamentos e material médico e correlatos.

O sindicalista relata, ainda, que os profissionais foram informados quanto a abertura de processo de licitação para reforma do posto, o que não ocorreu, agravando a situação e provocando a falta de perspectiva.

Paciente que procuraram atendimento na unidade de saúde na manhã de hoje se mostraram indignados com o fechamento do posto. Em alguns momentos houve tensão, no entanto, alguns reconhecem a pauta dos servidores.

Em nota enviada à redação, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que reconhece os problemas estruturais na Unidade de Saúde PAM Bebedouro.

A nova gestão da SMS está adotando as medidas necessárias para encontrar uma solução definitiva para a situação, com a construção de uma sede própria, localizada no bairro de Bebedouro. O processo está em licitação e a obra deve ser iniciada ainda neste segundo semestre de 2014.

A coordenação de Distritos Sanitários esclarece ainda que o atendimento ao público deve ser retomado ainda hoje.